As plataformas
Plataforma de Voluntariado
A Plataforma de Voluntariado é uma estrutura imaterial onde se agregam membros – designados de voluntários – que concorrem para desenvolver actividades de voluntariado da OCDA, em Portugal e Angola.
A Plataforma serve também um fórum de diálogo e partilha de ideias, de conhecimentos e informações, de experiências e lições aprendidas, entre e com os voluntários. No espírito da partilha e do diálogo encontra-se o instrumento que promove a solidariedade e a cooperação, a aproximação das pessoas, o conhecimento intercultural e intergeracional, fomentando-se o conhecimento em reciprocidade, o despertar para a vontade em conhecerem-se as realidades locais e a sensibilização sobre os temas prementes da actualidade, a compreensão dos mecanismos e consequências da globalização, e a necessidade urgente de implementar a filosofia do desenvolvimento sustentável, a conservação da natureza e da biodiversidade, e uma cultura global para a paz e a valorização da vida em todos os seus domínios e aspectos.
A Plataforma, através da dinâmica gerada entre e com os seus membros voluntários, serve também para contribuir na fundamentação e actualização de estudos e análises de contexto e situação encontrados pelos voluntários, promovendo uma mais eficaz e eficiente organização, planeamento e melhoramento de programas de voluntariado futuros.
A Plataforma promove junto dos seus membros a realização de reuniões de trabalho, palestras, debates, conferências, seminários e outros eventos congéneres, incluindo galas festivas.
A Plataforma é liderada e coordenada pela OCDA Portugal.
Voluntários
Voluntários são as pessoas singulares que participam específica e activamente, de forma contínua, regular, ou pontual, através do seu trabalho voluntário nos mais diversos programas, projectos, iniciativas, campanhas ou qualquer outra actividade em prol dos fins e objectivos da OCDA, sem prejuízo das actividades que pelas sua natureza ou especificidade se possam desenrolar de forma contínua ou pontual, incluindo de carácter isolado e esporádico, e não enquadradas nas tipologias acima referidas ou outros modelos congéneres de trabalho em conjunto.
O trabalho realizado pode ser de carácter técnico e profissional ou de carácter geral e não necessariamente especializado.
Voluntário é o indivíduo que de forma livre, desinteressada e responsável se compromete, de acordo com as suas aptidões próprias e no seu tempo livre, a realizar acções de voluntariado no âmbito de uma organização promotora.
Voluntariado
Voluntariado é o conjunto de acções de interesse social e comunitário realizado de forma desinteressada por pessoas, no âmbito de projectos, programas e outras formas de intervenção ao serviço dos indivíduos, das famílias e da comunidade, desenvolvidos sem fins lucrativos por entidades públicas ou privadas.
As actividades devem geralmente revestir interesse social e comunitário e podem ser desenvolvidas nos domínios cívico, da acção social, da saúde, da educação, da ciência e cultura, da defesa do património e do ambiente, da defesa do consumidor, da cooperação para o desenvolvimento, do emprego e da formação profissional, da reinserção social, da protecção civil, do desenvolvimento da vida associativa e da economia social, da promoção do voluntariado e da solidariedade social, ou em outros de natureza análoga.
O voluntariado constitui um instrumento eficaz de desenvolvimento pessoal, social e formativo, traduzindo a vontade dos cidadãos de agir de forma desinteressada, mas comprometida e altruísta em benefício da comunidade.
No domínio da protecção civil, tem sido crescente o papel que a sociedade organizada vem desempenhando, de modo voluntário, tanto ao nível de apoio a situações de emergência, como na dimensão da prevenção e da educação para o risco.
Princípios enquadradores do voluntariado
O voluntariado obedece aos princípios da solidariedade, da participação, da cooperação, da complementaridade, da gratuitidade, da responsabilidade e da convergência:
- O princípio da solidariedade traduz-se na responsabilidade de todos os cidadãos pela realização dos fins do voluntariado.
- O princípio da participação implica a intervenção das organizações representativas do voluntariado em matérias respeitantes aos domínios em que os voluntários desenvolvem o seu trabalho.
- O princípio da cooperação envolve a possibilidade de as organizações promotoras e as organizações representativas do voluntariado estabelecerem relações e programas de acção concertada.
- O princípio da complementaridade pressupõe que o voluntário não deve substituir os recursos humanos considerados necessários à prossecução das actividades das organizações promotoras, estatutariamente definidas.
- O princípio da gratuitidade pressupõe que o voluntário não é remunerado, nem pode receber subvenções ou donativos, pelo exercício do seu trabalho voluntário.
- O princípio da responsabilidade reconhece que o voluntário é responsável pelo exercício da actividade que se comprometeu realizar, dadas as expectativas criadas aos destinatários do trabalho voluntário.
- O princípio da convergência determina a harmonização da acção do voluntário com a cultura e objectivos da entidade promotora.
Registar-se como voluntário
Para se registar como voluntário, por favor comunique com o Gabinete de Apoio às Relações Públicas e Institucionais. Poderá também fazer um registo online aqui.